Eu vi o zampiapongo na ruas de Valença. Enxadas percutidas, como sinos, formavam uma orquestra fantasmagórica, lúgubre, no lusco-fusco valenciano. Quem não retorna ao passado? No cemitério dançava-se sobre túmulos, percutindo-se garrafas, enxadas e outros objetos de ferro ou latão.
terça-feira, 22 de outubro de 2019
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CARNAVAL DE SANGUE
O mundo brinca com fogo, o mundo dança com sangue. Quando vai o mundo parar? Se parar, Caio. Vejo meu tilo, a ca...
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O velhote pega o cara e o perfilha. Toda mídia - jornal, rádio, tevês e redes sociais- com fofocas e tudo elo...
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